Capítulo Moral e Justiça de Belo Horizonte

Subordinado ao Grande Capítulo Geral

  • Aumentar tamanho da fonte
  • Tamanho da fonte padrão
  • Diminuir tamanho da fonte
Artigos sobre a OES

CAPÍTULO “MORAL E JUSTIÇA ESTRÊLA DO ORIENTE”

Imprimir
Conheci uma resplandecente Estrela,
Que apareceu nos céus deste ocidente:
Um Oasis de paz, em meio à procela,
Nos ajuda a manter sobrevivente.

A convivência fraterna é ensinada
E praticada entre os membros pertencentes...
O Amor e a tolerância é incentivada
E a prática de ações beneficentes.

Sem distinção de sexo, são aceitos,
Adeptos isentos de preconceitos...
Na árdua conquista da felicidade:

P’rá ser feliz, o combate aos defeitos
Mostra o caminho da fraternidade
A ser trilhado pela humanidade.

 

Livros sobre a OES

Imprimir

Mulheres na Bíblia Este livro foi escrito por irmãos do Capítulo Compassos de Luz 26 de Minas Gerais.
A Canção de Rute  "Amor e fidelidade em uma história comovente". Trata-se da história bíblica de Rute escrita por Frank G. Slaughter - Editora Record -RJ
The Second Mile Literatura para a O.E.O.escrita por Sarah H. Terry
Symbolism of the Eastern Star Literatura para a O.E.O escrita por Shirley Plessner
Golden Tributes Literatura para a O.E.O escrita por Mary Stafford Hilbum
The Eastern Star  Literatura para a O.E.O escrita por Harold V.B. Voorhis
Star Point Series Literatura para a O.E.O escrita por Ottllie S. Brunke
100 Short Prayers Literatura para a O.E.O. escrita por May Stafford Hilbum
All of the Women of the Bible Literatura para a O.E.O. escrita por Edith Deen
Catálogo Macoy Oferece todo o tipo de utensílios para as várias potências maçônicas ou para-maçônicas, tais como: Livros, Botons, Aventais, etc. (Em ingles)
Let There Be Light Literatura para a O.E.O. escrita por Beulah H. Malone
Last Will and Testament of the Robert Morris Digest of Symbolism Literatura para a O.E.O. escrita por Beulah H. Malone
 

HOMENAGEM PÓSTUMA AO IRMÃO “EROS VITOR”

Imprimir

Recitada na comemoração conjunta de aniversário das lojas maçônicas do GOB/MG, fundadas no mês de Agosto.

 

 

Na gaiola, “uma ave de rara beleza”,

Emitia triste o seu belo cantar

E o lindo canto cercado de tristeza

Tinha o poder de a todos alegrar.

 

Através da ave descobri o amigo

Que mais tarde reconheci como irmão:

“Confidências pessoais” tinham um abrigo

Selado e guardado com muita emoção.

 

Hoje a porta da gaiola foi aberta

E o espírito libertou-se da prisão...

Cuja alma agora encontra-se liberta

 

Alçando os seus vôos pela amplidão:

A cada canto uma nova descoberta,

Com novos preceitos para sua evolução.

‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-‘-

 

Que o querido irmão siga a sua trajetória em busca da luz.

Marconi Edson Souza

Belo Horizonte, 21 de Agosto de 2010.

 

DR. ROB MORRIS

Imprimir
O Dr. Rob Morris, Mestre Construtor da Ordem da Estrela do Oriente, nasceu em 31 de agosoto de 1818, perto de Boston, Massachusetts, EUA. Em Nova York, onde viveu a sua infância  e juventude, recebeu muitas vantagens educacionais, incluindo uma magnifica preparação para o estudo superior que o qualificou como advogado proeminente, conferecionista, educador e instrutor em assuntos maçônicos. Dedicou muitos anos às pesquisas e como escrever com criativadade.

O Dr. Morris foi exaltado à posição de Mestre Maçom no dia   5 de março de 1846, em Oxford, Mississipi. Neste tempo era presidente da Academia Monte Sylvan. Interessou-se então     numa idéia de que, as parentas femininas dos Maçons deveriam ter a oportunidade de compartilhar, até certo ponto, dos benefícios e conhecimentos desta Grande Ordem Fraternal. Dotado de uma mente fértil e com imenso desejo e determinação, se dispôs a criar a Ordem, a qual viria beneficiar tanto os homens como as mulheres.

Enquanto presidente da Academia Monte Sylvan, conheceu e mais tarde casou-se com a Srta. Charlotte Mendenhali. Desta união nasceram vários filhos. A Srta. Morris foi uma inspiração ao Dr. Morris e uma verdadeira companheira por quase cinqüenta anos. Ambos trabalharam na idéia da fundação da Ordem e convidaram irmãos Maçons e suas esposas para trocarem idéias e discutirem planos com o Dr. Morris, demonstrando-lhes as teorias que ele já havia formulado. Esta fase poderá ser verdadeiramente chamada a Origem da Ordem da Estrela do Oriente. Entretanto, somente alguns anos depois é que foi reconhecida e seus princípios apreciados por aqueles afortunados que reconheceram o verdadeiro alcance da Ordem.
 
Durante os anos em que lecionou, enquanto diretor da “Pequena Escola de Tijolos Vermelhos”, de 1849-1850, em Richland, Mississipi, trabalhou com fervor escrevendo um Ritual para a Ordem da Estrela do Oriente. Em 1850 sistematizou os Graus com a idéia de dar-lhes formas, decidiu sobre os vários Graus e contemplou os temas. Das páginas da antiguidade incorporou heroínas e nomes, sobre os quais o belo trabalho está construído; estabeleceu os passes (toques) e sinais, cores e símbolos da Ordem e, promulgou os princípios fundamentais que têm sido mantidos inalterados através dos anos.
O primeiro Ritual foi compilado e publicado sob o título de “O Rosário da Estrela do Oriente”.

Em 1855 ele organizou uma “Suprema Constelação”, assumindo a presidência com o título de “Muito Esclarecido Grande Luminar”, com sede na cidade de Nova York. Cartas constitutivas foram expedidas e despachadas para todas as partes dos Estados Unidos da América.
Em 1860 a forma de Constelação da Organização foi descontinuada, sendo então emitidas as cartas constitutivas para a Organização das Famílias. Em 1868, tanto a Constelação como as Famílias foram extintas, restando somente seu grande valor histórico.
Em 1866 o Dr. Morris associou-se com o Maçom Robert Macoy da cidade de Nova York. Quando o Dr. Morris partiu para Jerusalém, ele transferiu toda a autoridade que havia assumido e exercido no planejamento da Estrela do Oriente, para o Sr. Robert Macoy. Sob a direção do Sr. Macoy, foi organizado o Supremo Grande Capítulo, que foi auto constituído, sendo então nomeados deputados em todas as partes dos Estados Unidos, nos territórios e no México.
Em 1867 e 1868 o Sr. Macoy compliou e publicou um Ritual, usando o “Rosário” do Dr. Morris como guia. Este foi o princípio da organização dos Capítulos da Ordem da Estrela do Oriente, tanto em cada Estado como nacionalmente.
Ele imediatamente tratou de tornar o trabalho mais sistemático, conseguindo adaptá-los aos capítulos organizados de tal forma que asseguraram seu êxito.
O Dr. Morris viajou extensivamente por países estrangeiros, permanecendo na Terra Santa cerca de um ano. Organizou a primeira Loja Maçônica em Jerusalém, com o nome de Rei Salomão Nº. Um, sendo assim o seu primeiro Venerável Mestre.

Ele foi um autor da grande habilidade e escreveu  numerosos e valiosos trabalhos sobre a Maçonaria e tudo aquilo que a ela se relacionava. Os mais populares de seus escritos foram “Luzes e Sombras da Maçonaria” e a “Maçonaria na Terra Santa”. Ele colaborou nas colunas de quase todas as publicações maçônicas.
Foi também um poeta de feitos extraordinários, tendo escrito mais de quatrocentos poemas. O mais conhecido é “O Nível e o Esquadro”. Muitos desses poemas foram dedicados á Ordem da Estrela do Oriente e ainda hoje são usados pelos Capítulos.
Além dos seus trabalhos sobre a Maçonaria e a Estrela do Oriente, escreveu muitas canções religiosas as quais ainda são usadas em Igrejas e Escolas Dominicais. Ainda escreveu a bela canção “Oh Galiléia”, enquanto se encontrava sentado na praia do Mar da Galiléia, na Palestina.
Entre 1858-1859, Dr. Morris serviu como Grão Mestre dos Maçons de Kentucky. Redigiu a Constituição da Grande Loja no ano de 1860. Depois de haver servido nos cargos da Loja Simbólica, Grande Loja, Corpos Superiores do Rito de York e do Rito Escocês, e havendo empregado a maior parte da sua energia, pensamentos, e sabedoria da sua juventude num estudo minucioso sobre os Rituais, códigos e princípios da Maçonaria, ele foi considerado como um dos mais instruídos e versáteis Maçons de sua época.
 
Em 1880 o Grande Capítulo Geral conferiu ao Dr. Morris o título de Mestre Arquiteto da Ordem da Estrela do Oriente, e o dia 31 de agosto,  data natalícia desse homem ilustre, foi declarado como o Dia de Festas da Ordem, honrando-o com programas especiais. Neste dia, alguns anos mais tarde, os graus de Doutor de Filosofia e Doutor de Lei lhe foram conferidos.
O acontecimento culminante da brilhante carreira desse homem extraordinário ocorreu no ano de 1884, quando mais de quinhentos Mestres Maçons, de todas as partes do mundo, manifestaram o desejo que ele fosse coroado com a coroa de louros, símbolo do Poeta Laureado da Maçonaria. Haviam transcorridos cem anos desde que o primeiro Poeta Laureado, Robert Burns tinha recebido essa honra. O Dr. Morris foi o primeiro poeta digno de receber tal honra depois de Robert Burns. Na presença de mais de setecentos dignitários, esta honra foi conferida pela segunda vez na história da fraternidade.
O primeiro Grande Capítulo da Ordem da Estrela do Oriente foi organizado em Michigan, no ano de 1867. Três anos mais tarde, Grandes Capítulos foram organizados em Mississipi, Nova Jersey e Nova York. Antes do final do ano de 1876, foram organizados Grandes Capítulos na Califórnia, Vermont, Indiana, Connecticut, Nebraska, Illinois, Missouri, Arkansas e Massachusetts.
Entretanto, as publicações de rituais diferentes e as suas edições revisadas trouxeram confusão e bastante diversidade no trabalho onde deveria haver uniformidade. Ficou necessário que tal ocorrência fosse corrigida, unindo todos os Grandes Capítulos sob um corpo só.
 
Assim, usando-se o mesmo Ritual, o Grande capítulo Geral da Ordem da Estrela do Oriente foi organizado em Indianápolis, Indiana, no dia 16 de novembro de 1876. Foram nomeados comitês para compilar e editar um Ritual da Ordem da Estrela do Oriente. O que está em uso hoje, foi envolvido dos trabalhos dos comitês nomeados naquela época.
Existem agora Capítulos de Ordem da Estrela do Oriente, em todas as partes do mundo. O Grande Capítulo Geral tem jurisdição sobre todos os Grandes Capítulos nos Estados Unidos da América (com exceção de Nova York e Nova Jersey, os quais são Grandes Capítulos Independentes), as Províncias do Canadá e o Grande Capítulo de Porto Rico. Existe um Supremo Grande Capítulo para a Escócia, com jurisdição sobre a Escócia, Inglaterra, Irlanda, País de Gales, África do Sul e Nova Zelândia. Os Estados, Territórios e Dependências da Austrália estão sob jurisdição do Grande Capítulo Unido da Austrália, o qual foi estabelecido em 1985. Têm sido organizados Capítulos Subordinados ao Grande Capítulo Geral no Alasca, Aruba, Áustria, Bermuda, Brasil, Taiwan, Panamá, Alemanha, Goa, Havaí, Japão, México, Okinawa, Itália, Filipinas e Arábia Saudita. Atualmente o número de membros da Ordem chega a mais de um milhão, em mais de oito mil Capítulos.

No ano de 1950, o Grande capítulo Geral da Ordem da Estrela do Oriente celebrou o Primeiro Centenário da Composição do Ritual, com cerimônias especiais realizadas na cidade de Washington, Distrito de Columbia.
O Templo Internacional da Ordem da Estrela do Oriente e os escritórios do Grande Capítulo Geral estão localizados na cidade de Washington, D. C., nos EUA. No salão de recepção do Templo Internacional da Estrela do Oriente, sobre a estante da lareira, se encontra uma pintura a óleo desse honrado Mestre Arquiteto de nossa Ordem. Foi um presente do Grande Capítulo de Kentucky, e foi inaugurado por sua neta a Srta. Ella Morris Mount, Ex-Grande Digna Diretora e Grande Secretária em Kentucky.
O Dr. Morris passou a maior parte de sua vida no Mississipi, Tennessee e Kentucky. Seus últimos vinte e seis anos foram passados em La Grange, Kentucky, onde criou e educou sua família. Atualmente sua casa pertence ao Grande Capítulo de Kentucky e está sendo conservada como um Santuário em honra ao Mestre Construtor de nossa Ordem.

O edifício da “Pequena Casa de Tijolos Vermelhos” no Mississipi, é propriedade do Grande Capítulo do Mississipi e se conserva como um Santuário em honra ao Dr. Morris, por ter escrito o Ritual em Mississipi.
No dia 31 de julho de 1888, quando foi divulgada a notícia de seu falecimento, de todos os cantos do mundo,  profunda tristeza foi expressa pela perda imensa, sendo que ele havia consagrado sua vida inteira ao engrandecimento da humanidade. Ele foi sepultado no cemitério de La Grange, Kentucky, onde os amigos, de todo o mundo que tanto o admiravam, erigiram um alto obelisco de mármore, em sua memória. Num lado do monumento se encontra o Esquadro e o Compasso e no outro lado a Estrela de Cinco Pontas.
 
O Dr. Morris foi generoso, com um grande coração e sempre muito amável. Seus momentos mais felizes eram quando podia dividir com os outros aquilo que Deus lhe havia outorgado.
Como as estrelas que adornam os céus e são a beleza e a glória da noite, e iluminam o caminho do homem em sua jornada através da vida, assim possa a maravilhosa Estrela do Oriente, com toda sua significação, permanecer para sempre a glória da Ordem da Estrela do Oriente, iluminando o caminho dos membros no cumprimento de seus Juramentos.

 - Compilado por Mamie Lander, Ex-Dignissíma Grande Diretora e Digna Grande Secretária, 1955 -
 

A Regra de Ouro

Imprimir
“Portanto, toda e qualquer coisa que gostarieis que uma pessoa fizesse por vós, faça vós também a ela, pois esta é a lei e os profetas”. Mateus 7:12

Na leitura feita pelo Digno Diretor você o ouve dizer ao iniciando, “Um amigo em quem você confiou... você, simbolizando que você... para mantê-lo junto a você... vida” (ver no Ritual este trecho).

Se isto é verdadeiro, o objetivo do nosso fundador é que possamos nos sentir seguros entre as irmãs e irmãos em nossa Sala Capitular. Dentro da Sala Capitular não existem instruídos, nem sem instrução, nem pobres e nem ricos. Nós somos uma família, cada um disposto a compartilhar responsabilidades assim como satisfações.

Com a abertura da “Grande Luz Branca” cujo propósito é que penetre em cada coração, para que nada, vindo de fora, possa vir a atingir-lhe.

Nós deixamos lá fora toda a preocupação, responsabilidade e mágoa quando entramos na porta do Capitulo seguidos dos Oficiais os quais formam o quadrado aberto. Depois a porta é fechada. Brigas com vizinhos, problemas de família, assuntos de religião, rivalidade política, ciúmes do membros do Capítulo, negligência, tudo desaparece e se dissolve se nós apenas seguirmos as lições ensinadas dentro da Sala Capitular.

Muitos Capítulos tem se dividido e as vezes sido desativados por falatórios impensados, mesquinharia e o detestável ciúmes. É lamentável, mas, nós temos que admitir que existem alguns membros que entram na Sala Capitular, sentam e zombam das irmãs, espalham boatos, fazem chacota através de caretas ou piscar de olhos, cutucam apontando algum erro dos outros, movimentam-se continuamente, comentam a maneira de vestir ou o estilo do cabelo dos membros ou Oficiais.

Se nós analizarmos o porque de um erro cometido por um Oficial ou se os cabelos de um membro não estiverem perfeitamente arrumados ou se o vestido ou terno não estiver perfeito, alguma razão deve existir para isso. Estas mesmas coisas podem acontecer conosco um dia.

Quando nós ouvimos ou vemos alguma coisa a qual nós achamos errado ou engraçado em um membro, nós não devemos imediatamente achar graça, condenar ou zombar. Isso pode acontecer conosco e nós não sabemos as circunstâncias que aquele indivíduo enfrentou durante o dia, nós não sabemos se ele esta preocupado com suas obrigações, com suas apreensões ou se é falta de informações das suas funções dentro do Templo. Esse membro pode estar procurando refugio dentro da Sala Capitular em busca de amizade, amor e justiça.

O Digno Diretor não diria, “Você encontrará amigos... prontos a ajudar... na jornada da vida?”

Mas nós podemos comentar, “Oh, existem muitos membros que podem ajudá-la e ela não precisa de nós”.

Sim, isso pode ser verdade. Ela talvez não precise de nós, mas certamente pelas leis que regem a nossa Ordem, nós precisamos dela. Ninguém caminha só exceto o abandonado.
O esquadro usado em nossa Ordem é para nos ensinar a sermos retos em nossas ações e modo de vida.

Se isto é verdadeiro como a Luz da Palavra de Deus está disponível para fazer sua Luz penetrar o coração de cada pessoa e para que possamos ouvir os maravilhosos conselhos ali contidos, como pode um membro ainda que desinteressado ser tão insensível para deixar a Sala Capitular com idéias injustas ou indelicadas de ciúmes ou inveja em seus corações?

Nós deveríamos praticar mais as cinco regras dos raios da estrela humana de nossa Ordem ao invés de usar a perigosa espada que pode ferir fundo e causar uma mágoa no coração para sempre.

Vamos lembrar a Regra de Ouro “Portanto, toda e qualquer coisa que gostarieis que uma pessoa fizesse por vós, faça vós também a ela, pois esta é a lei e os profetas”.
 


Página 1 de 3